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  • Honda City; O melhor carro para pessoas com deficiência

    A Honda pode comemorar, pois o Honda City foi eleito novamente o  melhor carro para pessoa com deficiência. Os critérios considerados pela pesquisa foram acesso ao comando do painel, recursos, espaço interno, condução do veículo, adequações aos portadores, aparência, atendimento e entrega realizada pelas concessionárias, tecnologia e fator custo-benefício.

    O resultado foi divulgado pela Revista Nacional de Reabilitação e a pesquisa envolveu portadores de deficiência, empresas que atuam nesse segmento, profissionais de saúde, além de pessoas que apresentam algum deficiente na família.

    O ranking da 13ª edição da avaliação ficou assim: 1° lugar o Honda CITY, com 24 % dos votos, em 2º ficou o Corolla da Toyota, que obteve 18 % das opiniões, e na 3º posição houve empate entre o Doblo da Fiat e o New FIT da Honda, ambos com 13 % dos votos.

    Via melhorcarro

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  • Ferrari muda nome de carro

    A Ferrari foi a primeira equipe da Fórmula 1 a lançar o carro a ser utilizado na temporada 2011 da categoria, ainda antes do primeiro teste de pré-temporada, em Valência. Tamanha pressa, no entanto, quase gerou um problema: a escuderia foi processada pela construtora Ford, por ter utilizado uma logomarca semelhante à sua para o monoposto F150, e teve que mudar o nome da sua criação.

    A equipe italiana afirmou, na data de lançamento de seu novo bólido, que o nome seria fruto de uma homenagem à data de unificação do país. No entanto, a fábrica norte-americana alegou que Il Cavallino se utilizou da marca "a fim de se aproveitar da clientela já estabelecida pela Ford com a F-150, a picape mais vendida nos Estados Unidos".

    "A Ferrari se apropriou indevidamente da marca registrada F-150 ao nomear seu carro de Fórmula 1 como F150", afirmou a fábrica norte-americana, em comunicado à agência Reuters.

    Processada, a escuderia promoveu a retirada de todas as citações alusivas ao F-150 de seu site, e alterou o nome do seu monoposto para F150th Italia, mantendo assim a homenagem. Apesar disso, o site oficial do novo carro, montado pelo time do brasileiro Felipe Massa, ainda permanece como "Ferrarif150.com".

    Fonte: www.superesportes.com.br

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  • CAPTUR; carro conceito da Renault

    “No Salão de Frankfurt de 2009, a Renault apresentou a sua nova identidade de marca, que coloca o ser humano no centro de suas preocupações. Como consequência, a nova e ambiciosa estratégia de design é baseada nas várias etapas da vida, com cada uma delas assumindo a forma de um carro-conceito”, explicou Laurens Van den Acker, Diretor do Design da Renault. O primeiro deles, o DeZir, é um coupê de dois lugares, que simboliza a paixão que acontece no início de toda história. Agora, o Renault CAPTUR representa a segunda fase deste ciclo, a descoberta do mundo a dois.

    Como seu antecessor, o Renault CAPTUR representa o estilo “simples”, “sensual” e “aconchegante”, que progressivamente será a assinatura dos próximos carros da marca. “CAPTUR um crossover alegre e esportivo, destinado a um casal jovem, pronto para descobrir o mundo” diz Laurens Van den Acker. Já, o Diretor de Carros-Conceito da Renault, Axel Breun, acrescentou: “O CAPTUR é baseado no estilo lançado pelo carro-conceito DeZir, com um lado mais técnico e funcional, porém, sem abrir mão de ser extremamente atraente e bonito”.

    Um Crossover que combina músculos e movimento
    As dimensões e linhas do Renault CAPTUR lembram movimento e leveza, ao mesmo tempo em que mostram uma forte personalidade fora-de-estrada, cheia de “músculos”. Dando continuidade ao estilo do DeZir, ele não tem ângulos e nem linhas retas, mas formas sensuais e naturais. As principais fontes de inspiração de Julio Lozano, Designer de Exteriores da Renault, foram os esportes radicais e os atletas. “Para desenhar o CAPTUR, parti da imagem de um sprinter nos starting-blocks, com seus músculos tensionados e a potência produzida quando ele dispara”, explicou. Ele também se baseou nos equipamentos dos esportes radicais, aliando tecnologia, sofisticação e leveza, como os capacetes, as luvas e outras proteções corporais.

    O Renault CAPTUR tem a mesma identidade da nova frente, apresentada pelo DeZir. Ela também se estrutura em torno do amplo logo Renault, verticalizado e posicionado sobre uma superfície com um traçado escuro, que confere o máximo de legibilidade. Os grandes paralamas têm um aspecto fosco, que destacam a percepção de robustez. Lâmpadas LED prolongam o pisca-pisca, através de um efeito de ondas que se propagam pela carroceria.

    O Renault CAPTUR não tem apenas um apelo emocional: é um veículo prático e funcional. Quando retirado, o teto rígido revela uma estrutura em carbono. Assim, o CAPTUR pode se transformar, passando de coupê para conversível ou de veículo urbano para um fora-de-estrada. O seu lado esportivo é reforçado pelas portas tipo “asa” (élitro) e pneus superdimensionados de 22 polegadas, montados sobre rodas pretas e brancas, cujo padrão se repete ao longo dos flancos.

    O Renault CAPTUR exibe uma carroceria de cor quente, alaranjada, que toma o lugar do vermelho do DeZir. Esta cor é declinada em diferentes nuances e materiais, tanto do lado de fora como do lado de dentro do veículo.

    Interior aconchegante e leve
    Desta forma, o habitáculo tem uma cor predominantemente laranja, com notas fluorescentes destacadas por uma difusão contínua da luz. “Meus principais temas de inspiração são o corpo humano, os esportes outdoor ou ainda o estilo urbano”, explicou Kana Watanabe, Designer de Cores e Materiais da Renault. “Queria que o veículo transmitisse aconchego e dinamismo”, explica a designer.

    O interior do Renault CAPTUR é ao mesmo tempo simples de usar e aconchegante. A impressão de leveza transmitida pelo design externo ainda domina, como os bancos dianteiros ligados ao console central, que parecem estar suspensos no ar. O habitáculo é refinado e não tem nenhum equipamento supérfluo. Materiais inovadores foram utilizados de forma astuciosa, permitindo brincar com a luz e os efeitos óticos. O console central, os painéis das portas e o painel de instrumentos foram criados a partir de um material translúcido, como se fosse uma “segunda pele”. Na parte da frente, os cordames em tecnofibra ficam à mostra devido aos pontos luminescentes, presentes na maior parte do habitáculo. “Todo o interior foi concebido em torno desta rede de fibras elásticas esticadas, que remetem ao mundo da vela e do montanhismo. Elas dão ritmo a este interior através de jogos gráficos e luminosos, reforçando o dinamismo do veículo ao mesmo tempo em que dão leveza ao habitáculo”, resume Magali Gouraud-Borgers, Designer de Interiores da Renault.

    O volante em couro cinza, os bancos dianteiros em carbono, típicos dos carros de corrida, e os pedais em alumínio reforçam o aspecto esportivo do veículo, dando continuidade às diretrizes iniciais.

    Com seu assoalho forrado com três níveis de cordames, a traseira do veículo é uma área funcional:
    - A disposição dos cordames tensionados permite ter porta-objetos moduláveis.
    - A leveza elástica da estrutura é um convite ao relaxamento. É uma nova proposta de conforto, uma nova forma de se sentar, como se fosse uma rede.
    - Por fim, o Renault CAPTUR brinca com a modularidade, oferecendo encostos articulados nas laterais do carro, criando dois verdadeiros assentos traseiros com cintos e apoios de cabeça. Assim, o CAPTUR pode acomodar quatro passageiros.

    Inovação e alta performance sem gastar muito
    O Renault CAPTUR é equipado com um motor-conceito diesel biturbo, desenvolvido com base no novo 1.6 dCi. Para atingir o objetivo de ser líder europeia em termos de emissões de CO2, a Renault se apoia principalmente em uma estratégia de downsizing. Trata-se de oferecer uma linha de motores térmicos que associam performance e consumo limitado paralelamente à linha de motores elétricos. O 1.6 biturbo se encaixa perfeitamente nesta estratégia. Graças à introdução da superalimentação, ele entrega 160 cv de potência para uma cilindrada de 1.6 litro, ou seja, uma potência específica comparável a motores como o do Clio R.S., por exemplo. O torque máximo de 38,7 mkgf está disponível desde os 1.750 rpm,
    garantindo retomadas rápidas em baixo regime e conforto ao dirigir em qualquer circunstância. Junto com a caixa de câmbio com dupla embreagem EDC, este grupo motopropulsor oferece um verdadeiro prazer de dirigir, com emissões de CO2 limitadas a 99 g/km.

    Para melhorar ainda mais as suas performances, o Renault CAPTUR dispõe de um sistema inovador, que aumenta a tração em baixa velocidade. Quando uma das duas rodas motrizes perde aderência, o novíssimo diferencial mecânico autoblocante transmite todo ou parte do torque do motor disponível para a roda que tem mais aderência. Assim, a direção fica fluida nas estradas ou percursos escorregadios.

    O Renault CAPTUR também está inaugurando o Visio-system, um recurso inovador que inclui uma câmera frontal no alto do parabrisa, associada aos dispositivos de auxílio à condução. Esta nova tecnologia insere imagens computadorizadas à projeção da estrada transmitida pelo monitor central. É a mesma técnica da realidade aumentada, que visa a complementar a percepção do mundo real, incluindo elementos fictícios. Este sistema permite uma condução mais tranquila, unindo segurança e conforto.

    A nova estratégia de design estabelece uma relação entre a Renault e os clientes em cada experiência de suas vidas: quando eles se apaixonam, descobrem o mundo, formam uma família, trabalham, têm momentos de lazer e adquirem sabedoria.

    Esta estratégia é acompanhada da definição de uma nova linguagem estilística, inspirada em três palavras-chave, que têm uma relação direta com a visão da Marca: “simples”, “sensual” e “aconchegante”. A partir desta estratégia, os carros-conceito vão declinar progressivamente esta visão e anunciar o planejamento de produto, de forma a oferecer uma linha de produtos coerente e clara.

    Fonte: imprensa@imprensa.renault.com.br

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  • O mico da Ferrari

    Já sabe da última que a Ferrari aprontou? A imagem abaixo é da picape F-150, lançada em 1975, um dos modelos de maior sucesso da montadora americana Ford. Que por ironia do destino é o mesmo nome do carro da Ferrari para a temporada 2011. É quase inacreditável que ninguém na fábrica italiana não percebeu este nada pequeno detalhe. E a Ford, que não engoliu a historia de simples coincidência, resolveu levar a diante o caso e está processando a Ferrari na justiça americana.

    Após o novo modelo da F-1 ser apresentado ao público, vários internautas fizeram piada com a picape. E a Ford, sem qualquer senso de humor, não gostou da situação. Por isso ela está processando a marca italiana por violação de marca registrada e pirataria de domínio na internet. Porque até a logo dos carros são praticamente idênticas.

    E a história não acaba por aqui não: a Ford até tentou contratar a Ferrari, mas a equipe italiana demorou muito para dar uma resposta. A Ford entendeu o silêncio da Ferrari como uma afronta, e isto foi o “fim” para a montadora americana.

    Enfim, devido a tanta confusão,  o time deve ser obrigado a mudar o nome de seu carro de 2011, que homenageia os 150 anos da unificação da Itália. E as motivações políticas de Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, podem conferir à equipe o título de mico do ano…

     

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  • VW produz versão limitada do modelo Gol

    Para comemorar os trinta anos do Gol, a Volkswagen vai produzir uma versão especial e limitada do carro. O Gol Vintage, criado pelos designers da Volkswagen do Brasil, terá 30 unidades e será vendido por R$ 52.180.

    Partes do capô e do teto do veículo são pintados à mão. Ele conta com equipamentos de série e uma guitarra também de produção limitada. O motor é o 1.6 Total Flex. "Sem dúvida, será a série mais exclusiva que a Volkswagen do Brasil já fez na sua história", afirma Luiz Alberto Veiga, gerente-executivo de design da Volkswagen do Brasil.

    A guitarra Tagima que acompanhará cada unidade foi desenvolvida exclusivamente para a série. O Gol Vintage foi mostrado pela primeira vez ainda como carro conceito, em abril de 2010, durante o Gol Fest.

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  • Ferrari de John Lennon retirado de leilão em Paris

    O carro do ex-Beattle, que estava inscrito no catálogo da casa de leilões londrina Bonhams com um preço estimado entre 120 mil euros e 160 mil euros, foi retirado à última hora pelo seu proprietário.

    O veículo foi o primeiro carro de Lennon depois de ter tirado a carta de condução em 1965.

    O director internacional da casa de leilões, Philipp Kantor, disse esperar que as vendas de sábado alcancem a marca de 75% a 85% dos veículos disponibilizados.

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